Cimento

Com capacidade instalada de produção de 54,5 milhões de toneladas por ano, somos um dos maiores produtores de cimento no mundo​

O cimento está presente desde a infraestrutura mais simples até a mais complexa. Encontrado em peças de mobiliário urbano, assentamento de blocos, pisos, fundações, telhados, grandes barragens, obras de saneamento, estradas, edificações, portos, pontes, artefatos de arte, concretos, ele também é componente básico do concreto e da argamassa.


​Contamos com 34 fábricas e 22 moagens de cimento globalmente (dados de dezembro de 2014)​​ e estamos capacitados para fornecer cimentos das mais variadas especificações para construções de todos os portes, como é possível notar na galeria de grandes obras em que nossos produtos estão​ presentes​.

​​Inovação

Nosso investimento em pesquisa e desenvolvimento nos possibilita oferecer aos nossos clientes cimentos de alto domínio técnico, desenvolvidos para as mais diversas aplicações e complexidades de obra. 
 
Também investimos fortemente na redução da emissão de CO2 na produção de cimento por meio da substituição da matéria-prima, o clínquer, principal componente de todos os tipos de cimento, por materiais que confiram ao produto final as mesmas propriedades técnicas. Um exemplo é o cimento pozolânico, produzido em algumas das nossas uni​dades no Brasil, que utiliza a pozolana como matéria-prima. Com alta resistência e durabilidade, a pozolona apresenta o diferencial de ter características sustentáveis: além de emitir 50% menos CO₂ que o clínquer em sua produção, a pozolona exige 25% menos energia, 40% menos água, gera 10% menos resíduos e reduz os custos de produção em 6% em comparação ao processo tradicional. ​
 
 

PROCESSO DE FABRICAÇÃO DO CIMENTO

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1

Pré-homogeneização

1
2

Moinho de farinha

2
3

Produção de clínquer

3
4

Resfriamento

4
5
5

Moinho de cimento

6
6

Expedição de cimento

 
10

PRODUÇÃO DO CLÍNQUER

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Antes de ser inserida no forno rotativo a farinha passa pela torre de ciclones, que são dutos utilizados para efetuar a troca térmica entre as partículas “frias” da farinha alimentada (cerca de 60°C) e os gases “quentes” (cerca de 1110oC) provenientes do forno. Através da seqüência de ciclones fluem os gases quentes provenientes do forno em contra-corrente com a matéria prima. Ao final do processo a farinha é alimentada ao forno com cerca de 870oC enquanto os gases são exauridos com cerca em 370oC, em média. Após isso a farinha pré-calcinada entra no forno onde permanece por um tempo de aproximadamente 30 a 45 minutos e atinge temperaturas máximas de 1.450°C, garantindo a formação de uma rocha artificial chamada de CLÍNQUER.

  • 1Pré-homogeneização
  • 2Moinho de farinha
  • 3Produção de clínquer
  • 4Resfriamento
  • 5Moinho de cimento
  • 6Expedição de cimento​​
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